terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Lenda de São Nicolau

coroa de natal

Lendas de Natal
A Lenda de São Nicolau (St. Nicolas, Santa Claus, Pai Natal, Papai Noel)


pai natal com saco de prendas

Nicolau, filho de cristãos abastados, nasceu na segunda metade do século III, em Patara, uma cidade portuária muito movimentada.

Conta-se que foi desde muito cedo que Nicolau se mostrou generoso. Uma das histórias mais conhecidas relata a de um comerciante falido que tinha três filhas e que, perante a sua precária situação, não tendo dote para casar bem as suas filhas, estava tentado a prostituí-las. Quando Nicolau soube disso, passou junto da casa do comerciante e atirou um saco de ouro e prata pela janela aberta, que caiu junto da lareira, perto de umas meias que estavam a secar. Assim, o comerciante pôde preparar o enxoval da filha mais velha e casá-la. Nicolau fez o mesmo para as outras duas filhas do comerciante, assim que estas atingiram a maturidade.

Quando os pais de Nicolau morreram, o tio aconselhou-o a viajar até à Terra Santa. Durante a viagem, deu-se uma violenta tempestade que acalmou rapidamente assim que Nicolau começou a rezar (foi por isso que tornou também o padroeiro dos marinheiros e dos mercadores). Ao voltar de viagem, decidiu ir morar para Myra (sudoeste da Ásia menor), doando todos os seus bens e vivendo na pobreza.Quando o bispo de Myra da altura morreu, os anciões da cidade não sabiam quem nomear para bispo, colocando a decisão na vontade de Deus. Na noite seguinte, o ancião mais velho sonhou com Deus que lhe disse que o primeiro homem a entrar na igreja no dia seguinte, seria o novo bispo de Myra. Nicolau costumava levantar-se cedo para lá rezar e foi assim que, sendo o primeiro homem a entrar na igreja naquele dia, se tornou bispo de Myra.S. Nicolau faleceu a 6 de Dezembro de 342 (meados do século IV) e os seus restos mortais foram levados, em 1807, para a cidade de Bari, em Itália. 

É actualmente um dos santos mais populares entre os cristãos.S. Nicolau tornou-se numa tradição em toda a Europa. É conhecido como figura lendária que distribui prendas na época do Natal. Originalmente, a festa de S. Nicolau era celebrada a 6 de Dezembro, com a entrega de presentes. Quando a tradição de S. Nicolau prevaleceu, apesar de ser retirada pela igreja católica do calendário oficial em 1969, ficou associado pelos cristãos ao dia de Natal (25 de DezembrA imagem que temos, hoje em dia, do Pai Natal é a de um homem velhinho e simpático, de aspecto gorducho, barba branca e vestido de vermelho, que conduz um trenó puxado por renas, que esta carregado de prendas e voa, através dos céus, na véspera de Natal, para distribuir as prendas de natal. 

O Pai Natal passa por cada uma das casas de todas as crianças bem comportadas, entrando pela chaminé, e depositando os presentes nas árvores de Natal ou meias penduradas na lareira. Esta imagem, tal como hoje a vemos, teve origem num poema de Clement Clark More, um ministro episcopal, intitulado de “Um relato da visita de S. Nicolau”,que este escreveu para as suas filhas. Este poema foi publicado por uma senhora chamada Harriet Butler, que tomou conhecimento do poema através dos filhos de More e o levou ao editor do Jornal Troy Sentinel, em Nova Iorque, publicando-o no Natal de 1823, sem fazer referência ao seu autor. Só em 1844 é que Clement C. More reclamou a autoria desse poema.Hoje em dia, na época do Natal, é costume as crianças, de vários pontos do mundo, escreverem uma carta ao S. Nicolau, agora conhecido como Pai natal, onde registam as suas prendas preferidas. Nesta época, também se decora a árvore de Natal e se enfeita a casa com outras decorações natalícias. Também são enviados postais desejando Boas Festas aos amigos e familiares.

Actualmente, Há quem atribuía à época de Natal um significado meramente consumista. Outros, vêem o Pai Natal como o espírito da bondade, da oferta. Os cristãos associam-no à lenda do antigo santo, representando a generosidade para com o outro.


Festas Felizes!

Programa 2 en Raya - Canal de Extremadura

Programa televisivo - 2 en Raya  uma visita por Valencia de Alcántara, San Pedro de los Majarretes, Castelo de Vide e Marvão
 


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Poesia de Manuel António Pina

Manuel António Pina nasceu no Sabugal ( Beira Alta), no dia 18 de novembro de 1943 e morreu no Porto, a 19 de outubro de 2012. Foi um jornalista e escritor português, premiado em 2011 com o Prémio Camões.A sua obra incidiu principalmente na poesia e na literatura infanto-juvenil, embora tenha escrito também diversas peças de teatro e de obras de ficção e crónica. Algumas dessas obras foram adaptadas ao cinema e TV e editadas em disco.A sua obra foi  difundida em países como França, Estados Unidos, Espanha, Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Rússia, Croácia e Bulgária.

Conheces algum livro deste escritor?Viaja pelo mundo das histórias infantis e conhece um pouco da sua obra. Entra na Livraria Papa-Livros.






Pensar de pernas para o ar

Pensar de pernas para o ar
é uma grande maneira de pensar
com toda a gente a pensar como toda a gente
ninguém pensava nada diferente
Que bom é pensar em outras coisas
e olhar para as coisas noutra posição
as coisas sérias que cómicas que são
com o céu para baixo e para cima o chão.

Ler na rede - é um blogue onde podes encontrar uma homenagem a Manuel António Pina - Prémio Camões 2011 e conhecer a sua poesia.

Fado - a canção nacional



Já ouviste falar de Mariza, uma grande voz do fado? Aqui está um, que pode ser do teu agrado, é fácil e alegre. Ora ouve! 

Feira de Castro











Eu fui à feira de Castro
P'ra comprar um par de meias
Vim de lá com umas chanatas
E dois brincos nas orelhas

As minhas ricas tamancas
Pediam traje a rigor
Vestido curto e decote
Por vias deste calor

Quem vai a Feira de Castro
E se apronta tão bonito
Não pode acabar a Feira
 
Sem entrar no bailarico

Sem entrar no bailarico
A modos que bailação
Ai que me deu um fanico
Nos braços de um manganão

Vai acima, vai abaixo
Mais beijinho, mais bejeca
E lá se foi o capacho
Deixando o velho careca

Todo o testo quer um tacho
Mas como recordação
Apenas trouxe o capacho
Que iludiu meu coração

E fui a feira de Castro
E vim da feira de Castro
E jurei para mais não...


Ana Moura - Desfado


Ana Moura

Quer o destino que eu não creia no destino
E o meu fado é nem ter fado nenhum
Cantá-lo bem sem sequer o ter sentido
Senti-lo como ninguém, mas não ter sentido algum
Ai que tristeza, esta minha alegria
Ai que alegria, esta tão grande tristeza
Esperar que um dia eu não espere mais um dia
Por aquele que nunca vem e que aqui esteve presente
Ai que saudade
Que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém
Que aqui está e não existe
Sentir-me triste
Só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem
Só por eu andar tão triste
Ai se eu pudesse não cantar "ai se eu pudesse"
E lamentasse não ter mais nenhum lamento
Talvez ouvisse no silêncio que fizesse
Uma voz que fosse minha cantar alguém cá dentro

Ai que desgraça esta sorte que me assiste
Ai mas que sorte eu viver tão desgraçada
Na incerteza que nada mais certo existe
Além da grande certeza de não estar certa de nada


Mariza e Boss AC - Alguém me ouviu!

A Lenda de S. Martinho

No dia de S. Martinho, os alunos de 2º ESO leram e recontaram a lenda.










domingo, 2 de novembro de 2014

Províncias portuguesas

Portugal Continental é formado por 11 províncias e duas regiões autónomas: Madeira e Açores.

Entra aqui e conhece cada uma delas.

 


Alfacinhas ...  quem são? 




Outra expressão : Tripeiros. Quem são?